O que você gostaria de mudar no seu corpo? Veja como adultos e crianças respondem a esta questão.

Quem nunca se deparou com essa pergunta e não enumerou partes de si mesmo que gostaria de transformar, retirar ou incorporar?


Então faça o exercício: pense o que você gostaria de mudar no seu corpo e responda mentalmente esta pergunta.


Algumas pessoas ficara curiosas em ver se adultos e crianças dariam respostas diferentes a esta mesma questão e o resultado é realmente surpreendente!


Assista:



Depois de assistirmos ao vídeo e refletir um pouquinho sobre ele, a questão que fica é: Quando perdemos a capacidade de nos amarmos da forma como somos e de nos aceitar integralmente?


A cultura nos impõe padrões estéticos muitas vezes inatingíveis, porém não nascemos com eles, mas sim, os adquirimos ao longo dos anos. Eles são formados através das opiniões alheias, dos padrões de beleza exigidos pela sociedade, por aquilo que é tido como belo, atraente e aceitável numa determinada época e especialmente, pelas nossas experiências sociais.


Como disse C.G Jung: “ Todos nós nascemos originais e morremos cópias”.


Alguém que cresce se sentindo um peixe fora d’água não aceitará o próprio corpo e a própria natureza com facilidade. E como nos mostra o vídeo, isso acaba por limitar a visão e as possibilidades de existir no mundo.


A criança carrega a capacidade imaginativa de enxergar além da aparência, trazendo aquilo que nos liga ao fantástico e ao inimaginável. O que mais uma criança poderia querer do que superpoderes capazes de proporcionar a ela uma expansão da sua vivência no espaço e no tempo? E por que nós adultos perdemos essa capacidade criativa?


É hora de entendermos que a humanidade, assim como a natureza, encontra sua beleza e vitalidade justamente na diversidade! E isso não se faz através de corpos perfeitos e alterados, mas sim de pessoas adaptáveis, criativas e que estão em busca de sua plenitude!


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